Mãe de sete filhos grávida de gêmeos exige ser realojada do apartamento de 4 quartos dado pelo governo

Nov 14, 2019

A maioria de nós concorda que é importante ajudar os menos afortunados em nossas comunidades. Nossa sociedade é tão boa quanto as pessoas que vivem nela, o que significa que aqueles que precisam de uma ajudinha devem consegui-la quando estão passando por dificuldades para sobreviver. Todos ficamos melhores quando aqueles que precisam de ajuda a recebem.

No entanto, o mundo está tristemente repleto de pessoas que abusam da generosidade de outras pessoas e dos direitos públicos estabelecidos para ajudar a quem precisa.

Conheça Alana Burns, da Inglaterra. Aos 38 anos, ela tem sete filhos e está criando todos como mãe solteira. Para ficar ainda mais chocante, ela está atualmente grávida de gêmeos.

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Depois de perder o seu apartamento, Alana mudou-se para uma unidade de habitação pública, referida no Reino Unido como uma propriedade do município. O apartamento de quatro quartos pode ser um pouco apertado para uma família tão grande, mas era o melhor que o governo poderia prover para a família necessitada.

Porém, Alana não está agradecida. Ela alega que o apartamento é inviável, reclamando de vazamentos, pisos irregulares e falta de televisão gratuita. Alana chamou o apartamento de "inabitável" ao falar com as agências de notícias locais. Ela também disse que queria algo maior, já que quatro quartos ficava um pouco apertado para a sua família numerosa.

As pessoas ficaram indignadas com o fato da mãe desempregada, que deu à luz a uma quantidade tão grande de crianças sem os meios para sustentá-las, estar fazendo tantas exigências aparentemente legítimas.

"Isso é inacreditável! Ela ganhou um apartamento de graça e ainda está reclamando!" uma pessoa comentou.

"Não tenha tantos filhos se você não puder sustentá-los. É realmente simples. Não é culpa do governo que você tenha feito tantas escolhas ruins!" outra pessoa escreveu com raiva.

A agência do governo local que supervisiona as habitações públicas negou as alegações de Alana de transgressão da parte deles. Eles afirmam que responderam a todas as reclamações que ela registrou e que só foram notificados dos vazamentos alguns dias antes de Alana levar suas queixas para a imprensa. Eles também afirmam que ela não respondeu às ofertas adicionais de suporte.

Embora todos gostaríamos de simpatizar com as pessoas necessitadas, é difícil sentir empatia por alguém que parece tão irresponsável e ainda é apoiada legalmente pelo governo. Mostre essa história a qualquer um que esteja farto de pessoas que pensam que o mundo deve atender aos seus caprichos!